Furacões.
A calmaria que corre nos rios das
almas , abençoadas todas o são , perante
os anjos de Adonai . meu coração se esvai
em esperanças de um dia me tornar
um bom poeta desta nação.
Minha esperança cabe em um buraquinho
de agulha ... mas sou persistente e nunca
fiquei ausente um dia sequer : de amar o amor
de uma bela mulher.
A calmaria que corre nos mares , em que barcos
pequenos e grandes navegam com a mesma
intenção , de chegarem ao seu destino
com muita luta , mas sem as grandes ondas
de um pequeno furacão.
Todas as lutas são válidas : como já foi escrito >
existem homens que lutam e vencem , mas existem
aqueles que lutam / lutam / mas não conseguem
chegar ao seu destino , pois a sorte não o ajudou... estes
sim merecem ser ajudados > por outros irmãos , que
ao seus destinos chegaram com muita facilidade
e não tiverem que enfrentar furacões.
Ademir o poeta.
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