Do poeta
estafeta de verbos
o poeta é ofício
de salpicar a palavra
quanto artifício
consumir a vida
à deriva de infinitos
os que vivam em si
os que o mundo grite
os que se digam léguas
os mais contritos
o poeta é usina
dos verbos que lhe habitam
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.