Perdidos no afixado
O barco que navega
Ao som da sua anémona
Vence, porque ruma
Orienta-se, porque sente.
Não sente a rosa
Sente o vento
Este o direciona
Mas, o barco
Não se entrega inteiro.
Recusa a estrela fixa
Prefere o abismo claro
Avança,
Porque a verdade
Queima.
Este tem uma âncora,
Que está sempre guardada.
Mas, quando está em apuros
A âncora segura,
Mas nunca o salva:
O destino já o domou.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
No Amanhã !
Qual barco ao sabor das ondas soçobrando
Luto, estrebucho, exangue sem sentidos,
Então, quero meus despojos abatido…
Armando A. C. Garcia
A Âncora ! 26/10/2026
És a luz que reconforta minha vida
Tu, és a seiva que alimenta a alma,
És a Paz, que permeia o meu viver
A ânc…
Armando A. C. Garcia