Manhãs
do tanto de mim
que amanheço
sobram pedaços
sonhos que professo
rescaldo da vida
escaramuças do tempo
resvalos da memória
como arcabouço
necessidade intrínseca
em deixar-me povo
assuntar-me coletivo
nos atos que ouso
os que, sempre, vivo
os que, às vezes, morro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
AMOR CONSUMIDO PELO FOGO
O fogo que queima Destrói meu coração, Meu amor já não existe, Virou cinza e paixão. As chamas levaram tudo, Não deixaram esperança, Só …
miltondacosta
Cotidiano
Na silenciosa garoa da madrugada, pode-se ouvir pelas frestas do silêncio, os passos desconcertados de uma criança, cujos pés encharcados…
A poesia de JRUnder
Mulheres apaixonadas.
Eu preciso que tudo de certo no que sente meu coração. O que sente minha companheira na hora que for pedi-la em casamento. Tenho a impre…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Flores e chocolates.
As vezes penso eu que o mundo mudou... Mas estou completamente enganado. Eu é que me transformei em um ser racional perante o espaço que…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*