Fazendo da palavra a joalheria,

não busco o atalho do desejo;

E sim, insisto ser todo o universo

para recebê-lo potente e íntegro.

 

Não nos temos no momento,

mas me vejo sendo o teu riso,

o seu lidar com todas as artes

com domínio e pedestrianismo.

 

Enquanto não me tens mesmo,

sou a maior fonte de endorfina,

Tornei-me a sua grã liberação

com toda a calmante poesia.

 

Como afelandra em flor e raízes

imortais na amada Mata Atlântica,

não sou apenas enfeite ou pista,

assumo que sou a protagonista.

 

Porque descobri ser a alma da tua,

e a recíproca tem sido verdadeira;

Habitamos a transcendescência

com apego e sem interferência.

3 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.