Ah! Sinto forte e bem daqui,

do meu Brasil Brasileiro

que estas oitavas de final

nos trazem à tona e com tudo

a lembrança sentimental:

de que a América Latina

deve seguir inabalável, unida,

consistente, igual para igual,

e de maneira transcendental.

 

Elevo, com a máxima ternura,

a minha América do Sul,

na altura do Hemisfério Austral,

desejando o mais monumental

com o amor que é fundamental.

 

No coração, as inabaláveis,

Argentina e a Colômbia,

ocupam o espaço sobrenatural

do desejo que surpreendam 

o mundo com o mais fenomenal.

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