Escritas
PT — Português EN — English ES — Español
Iniciar sessão

Idioma

PT — Português EN — English ES — Español
Iniciar sessão
  1. Início
  2. Autores
  3. AurelioAquino
  4. Tecituras

Tecituras

Seguinte
Vivência
AurelioAquino
AurelioAquino

o poema
tece a palavra
alinhavo verbal
de sua fala
forja debruns
em sua trama
estar calado
quando chama
verbo e grito
mente-se inerte
mesmo incontido
o poema no poeta
é um sexto sentido

2 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.

Outros poemas de participantes

Preocupações. Eu mesmo não sei explicar toda a razão que me dá a vida para escrever tanto nestes últimos quatro anos . Somente a razão da mente pode me… Ademir D.Zanotelli *Poeta* caos antigo pessoas com loas numa boa cheias de assertivas e outros ecos fosse onde fosse estivessem querias entre elas estar provar com elas o… Darlan de Matos Cunha PESSOAS - sem loas Sonhei, melhor digo se disser que tive um pesadelo no qual senti que as pessoas em geral estão cada vez mais feias e arrítmicas, sonsas e… Darlan de Matos Cunha Começo de uma Surdez. Ouço todos os dias minha caminhada , dando um som de martelada no meu cérebro  ... pois minha surdez me incomoda , estando ela  a caminho… Ademir D.Zanotelli *Poeta*
AurelioAquino BR

AurelioAquino

1952-01-29 · Parahyba

Deixo-me estar nos verbos que consinto, os que me inventam, os que sempre sinto.

Reportar erro ou incorreção

Tipo de problema

Obrigado! O seu reporte foi enviado e será analisado.

Explorar

  • Poemas
  • Autores
  • Citações
  • Temas
  • Escolhas do Editor

Descobrir

  • Hoje
  • Movimentos Literários
  • Livros
  • Prémios
  • Dicionário

Comunidade

  • Portal
  • Membros
  • Livro de visitas

Escritas

  • Sobre Escritas.org
  • Ajuda
  • Contacte-nos
© 2026 Escritas