Etílica paterna
a manhã
ainda nem se achava
perdida, confusa,
no vão da madrugada
o tempo
desgovernado
confundia o menino
com o sono guardado
abrindo a porta
ébrio da madrugada
o pai atravessa o tempo
jaguatirica nos braços
no jovem se acendia
a mata urbana montada
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