Memórias.
Escritas estavam no livro
que em tua memória escrevi - viajamos
pelos mundos desconhecidos e
tão deslumbrantes.
Nadamos em rios tão cheio
de vidas - claros - transparentes -
e verdejantes e nele perdemos
nossas roupas tão belas e sentilantes.
Pois nadamos entre algas pequeninas
e ao mesmo tempo florescentes...
sorriamos ao seu mais leve toque
de flores com cores de diamantes.
Somos pois dois amores - separados -
por uma terra - que não quiz
para ela - duas pessoas como amantes.
Ademir o poeta
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Aritmética do Vazio
Na penumbra dos eclipsados sem flores nem abelhas, apenas espaço...
Na cegueira das meias verdades, Alguém segreda: — …
Avidaamar
VISÕES
Vejo aqui na frente Os seus olhos de doce mel, Me olhando de repente, Como que vindos lá do céu. Vejo o seu corpo na minha cama, Nu e li…
Celso Ciampi
Etílica paterna
a manhã ainda nem se achava perdida, confusa, no vão da madrugada o tempo desgovernado confundia o menino com o sono guardado abrindo a p…
AurelioAquino
Tempo encenado
arquivo de tanto o tempo perambula larga o passado nas veias do futuro a saudade no tempo disfarçado mascara de si cada passado o futuro …
AurelioAquino