Existirá o amanhã?
Na sala dourada, ostenta-se o trono do poder.
Ouve-se o sussurro do tilintar de moedas, que caem ao chão como promessas vazias.
A corrupção traveste-se de rei mas deixa rastros de cinzas e feridas.
Contra o silêncio das mãos vendidas, ergue-se a voz da integridade.
Verdades, verdades, verdades...
Uma luz que não se apaga ao vento. Um pacto de sangue com a realidade.
A sombra da corrupção se esgueira entre os corredores e nos devora.
Entre o abismo e a esperança, a integridade é a chama que renova.
A honra deixa de ser escolha e passa a ser fundamento.
A história tem em mãos a caneta e espera, para eternizar o momento.
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