Existirá o amanhã?
Na sala dourada, ostenta-se o trono do poder.
Ouve-se o sussurro do tilintar de moedas, que caem ao chão como promessas vazias.
A corrupção traveste-se de rei mas deixa rastros de cinzas e feridas.
Contra o silêncio das mãos vendidas, ergue-se a voz da integridade.
Verdades, verdades, verdades...
Uma luz que não se apaga ao vento. Um pacto de sangue com a realidade.
A sombra da corrupção se esgueira entre os corredores e nos devora.
Entre o abismo e a esperança, a integridade é a chama que renova.
A honra deixa de ser escolha e passa a ser fundamento.
A história tem em mãos a caneta e espera, para eternizar o momento.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha
Deep in December
Deep in December Is time to have A white Christmas So that the kids can make Snowman Others will play hockey In the arena Some say that D…
Aldo gabbay kraas