No teu céu noturno

deixa-me do profundo

ser a Lua serena e mansa,

e ser todas as estrelas 

ao redor em festança

e sarau de poemas.

 

Do teu enleio sublime

ser profeticamente

a Caburé em voo livre, 

Até nos momentos 

que pedem pausa e limite. 

 

Nenhuma distração tarde 

nem permita que falte 

o peito de um e do outro

como ninho de ouro.

 

Juro, que dobrarei a aposta

com todo amor e carinho:

terna, veloz e devagarinho.

Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.