NOVAMENTE
Estou aqui novamente,
Pedindo que me ouça,
Já perdi a conta
De quantas vezes te procurei.
E não vou parar,
Nem que o mundo acabe,
Para onde for eu vou continuar,
No fundo você sabe.
Pô, eu te amo, meu Deus!
Porque me trata assim?
Eu só quero ser amado,
Nem que seja um pouquinho.
As coisas podem estar difíceis,
Nossa condição não é a melhor,
Fizemos escolhas idiotas
Num passado de dar dó.
Mas podemos mudar tudo,
Basta que fiquemos juntos,
Quer saber? Dane-se esse mundo,
Que vive de pequenos absurdos!
Larga essa sua vida mixuruca
E vem viver de verdade,
O amor vale a barra
Que será leve, afinal, liberdade!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Saber
O saber ocupa lugar retém líquidos e abre silêncio após jantar novos temas o saber é um paradigma que ocupa espaço embora cada vez men…
Darlan de Matos Cunha
Dementes sem concussão cerebral
Dementes são arredios a muitas coisas fatos e gentes, sua tônica difere em muito daquela das garrafas, sim são maciços rochosos, e ainda…
Darlan de Matos Cunha
Introdução ao estigma
Começou sutil a construção do zero seus grãos com o nexo não visível suas mãos sem bolinar em público a língua soez, roas, malvaz de dest…
Darlan de Matos Cunha
avestruz
por esses dias certos bichos estavam pelos ambientes em que estive ganso pato aranha bem-te-vi até tucano em casa os gatos a cachorr…
Kátia Surreal