Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
Aquele coração de pedra,
No rochedo da saudade,
Já não cresce, nem medra,
Em plena mocidade.
Com respeito e dignidade,
É como a pedra do altar
Prima voz, da lealdade.
Não se podem demolir
Os muros do coração,
São as asas, de ir e vir
Neste frondoso mundão !
São Paulo, 24/07/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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