De manhã, (soneto) - 30/05/2018
O sol, rasga as trevas de manhã
Iluminando prados e outeiros,
Vejo ela passar alegre e louçã
Do outro lado da rua, sinto os cheiros.
Que exalam de seu corpo escultural.
Assim, seu encanto, cresceu em mim.
O amor e a afeição é natural,
Sua figura, é a flor do meu jardim !
Ninguém faz minguar ou perecer
Este amor que sinto só em vê-la,
É um amor difícil de entender.
Mas não há quem liberte isso de mim,
Para tanto, terei de convencê-la,
De que ela, é a flor do meu jardim !
São Paulo, 30/05/2018 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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