Há um fogo devorador , nesta sexta feira
de setembro de dois mil e vinte seis  - queimando
todo meus pensamentos,  mas por sorte vem uma
grande chuva que molha todo meu corpo...atravessando
minha pele e atingindo este meu coração.

Adoro mais uma chuva , que um sol escaldante
de verão... pois seu raios atinge nossa alma , deixando-a 
um pouco fraca  por este tremendo calor.

Entro em casa e abro a janela , respiro bem fundo
e sinto o cheiro de terra molhada  e de seus passos
minha amada - meu grande amor.

Meu gato dorme o sono da inocência , o sono de uma
vida tão confortável  , de dar inveja a qualquer animal
de rua - sendo o coitado um sofredor.

Neste instante chega minha amada - a mulher de minha
existência  ,  que nunca me fez sofrer  , pois agora ela
fica nua neste quarto - que está mais quente.

E com  cheiro de jasmim exalando de seu corpo tão lindo
e sem nenhum pudor.

Deita-se ao meu lado 
( e ela dizendo  o que achas de mim )

( meu pequeno escritor.)!!

Ademir o poeta.
 

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