Ah. ar puro  desta manhã
banhe meu corpo tão
invisivel como tu o és.
Leve meu espirito para as
matas virgens, que circundam
esta terra tão bela - para que eu
possa pelo menos sobreviver.
Ah. vento cégo ... pois tu vaes
nos mais horriveis lugares  e não
ves  e nos mais lindos  , e  tu
sentes o teu viver.
Ah. ar puro desta manhã
banhe meu corpo , entre nas matas
e colhes das árvores todos os frutos -
para os que tem fome , possam 
finalmente os comer.

Ademir o poeta.

2 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.