Voz das Cunhãs
Na voz das cunhãs, sou a reverberação
por tontura e falta de respiração.
Sou o poema-denúncia com passos
de todos os bois por vocação.
Pela Amazônia profunda e recôndita,
contra todos os tipos de incêndios:
jamais esqueço que no Norte também
são todos meus irmãos e brasileiros.
Por isso jamais posso virar o rosto,
não posso fingir que sinto desgosto
e negar para ninguém que há sufoco.
Posso ser tudo, só não posso agradar;
e sempre que o peito de quem quer
esteja a queimar porque está faltando ar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Mimetismo
Fique sem flectir os joelhos sem dobrar os cotovelhos não expor nada: soluços risos riscos lágrimas epilepsia e não ponhas o sexo onde n…
Darlan de Matos Cunha
Lisístrata revisitada
Lisístrata revisitada . Não o lilás ou o amarelo toda mulher tem uma peça ígnea vinte unhas ou mais e andadura própria com ar de von…
Darlan de Matos Cunha
Flora e sombra
Não te sentes bem. O que impede a floração de ti mesmo na exata curva do tempo ? Gota a gota a rega murchou a terra fendeu o amor fic…
Darlan de Matos Cunha
Segurança Nacional - 25/09/2026
Ao exército cabe a segurança nacional
A cada Estado, a segurança pública,
Reforçada pela segurança Municipal,
…
Armando A. C. Garcia