O Indigente.
Abriu seu peito com serra
de um puro aço... cortou os ossos
frontais, deslocou seus pulmões de lado , e
com uma lanceta foi cortando os nervos
e separando as veias , que prendia
este coração. Deu outra lancetada
e o retirou, o exibiu aos alunos
que riam de sua eximia operação.
Ele ainda pulsava em suas mãos, como
uma bola de latex ... das árvores vinda
dos sertões. Somente tinha um porem : o
sangue que escorria era branco , mas não
de um humano coração.
Ademir o poeta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Atmosfera kaligana
Resistir na mesma canoa,
como Anaru e Teya,
ir juntos além da intenção:
viver de fato o poema.
Nestes tempos estranhos, …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Atmosfera kaligana
Resistir na mesma canoa,
como Anaru e Teya,
ir juntos além da intenção:
viver de fato o poema.
Nestes tempos estranhos, …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Atmosfera kaligana
Resistir na mesma canoa,
como Anaru e Teya,
ir juntos além da intenção:
viver de fato o poema.
Nestes tempos estranhos, …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Now it is finally the time To say arrivederci Winter
Now it is finally the time
To say arrivederci Winter
It was indeed a long Winter
I was already getting sick
Of the Winte…
Aldo gabbay kraas