Viga viva
da África que guardo
qual matéria vivente
deflagro os ancestrais
que me consentem
remeto-me às ruas
da memória que sinto
de todas as Áfricas
a que me consinto
nave negra do povo
origem e vaga humana
viga hígida do novo
ancestrais, viga e chama
a África é largo grito
via do futuro na garganta
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Digitando ilusão.
Bem ,,, estou na frente de um computador - - pego as letras e as junto formando palavras de amargar - e não ter mais visão - fico a pensa…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Entre dois amores.
Todo encontro entre dois amores nunca é superficial... os abraços - as palavras - os problemas do trabalho - os beijos na face - na boc…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Epidendrum secundum
A idade a cada dia vem chegando,
quem eu sou, sigo continuando;
Do tempo o passo sigo respeitando,
A ele a reverência dou com pe…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Coração abandonado.
No interior de meu coração reside um bem estar - ele foi criado assim desde que nasci... mas minha mente sempre foi muito lenta para ab…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*