Escuridão
Minha voz recita
O que n’alma
No coração dilacera.
Um sopro de vida,
Um olhar sincero,
Uma dúvida,
Uma mágoa.
Nos meus olhos ressequidos
O sonho já desfalecido,
Não mais me encanta...
Traz na noite inquieta
Lamentos e nada mais.
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