Findar
Faz tempo que ser imortal era curto
E o pânico vestia-se dessa brevidade.
Até que senti o quão frágil sou
E que o melhor é perecer.
Já não conto dias porque o d'hoje
Pode não ter noite.
Agora sei que a areia voa num sopro
Por muito densa que possa ser.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Terceira via.
Neste mar de angustias onde sobrevivem os mais fortes... todas as plantas rompem a lamina desta terra - porque a natureza é sabia e resp…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Mossas
Se uma boca tece um conceito às vezes a rua em frente ferve o rio cresce sua febre e quem talvez vivesse de esboços se viu desatado por o…
Darlan de Matos Cunha
De pé se pode
a espera na fila intensa o corpo quase que separado da mente mas o exame do dia favorece a que o humor seja solar, e nós aqui à espera n…
Darlan de Matos Cunha
Os duendes.
Bem ao lado de meu coração existe um vazio imenso... geralmente acontecem nas tardes de um domingo - qualquer , meus olhos ardem de sauda…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*