O asno II
O tempo passa pela luz divina
de todos os viventes... são como raios
e trovões em noites de tempestades - as
amarguras se vão - os choros se vão -
e quando menos se espera seu intelecto
fica limpo ... e tu se pergunta !! uai onde
neste momento estou.
Estas a viajar pelo firmamento onde
habitam as almas dos mortos.
Lá tudo é limpo > maravilhoso , não
se houve vozes e nem lamentos.
O tempo passa pela luz divina ...
pois na terra trabalhei tanto , que não
percebia a divindade de nosso corpo, e
a natureza de sua criação. Pois errei e
acertei algumas coisas ... mas a lei do materialismo
nunca deixa o amor ir a frente - não sou um
perfeito > mas não sou um asno , que é muito
mais inteligente que eu ... trabalha - trabalha -
depois a morte vem e lhes dá o descanso
merecido - de uma criatura criada por deus.
Ademir o poeta.
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