Poema do livro Poemas em Cortes Profundos Parte I - 11
1
falta pouco para saborear minhas entranhas
com sabor de novo
varro na casa meus pedaços
enxugo o sangue derramado com esforço algum estou novo de novo
sou um vampiro inacabado
meu incômodo que nem mortadela fresca
deixa cheiro no ar quando estou faminto eu devoro queixas com ódio
jogado e misturado
meu sangue quetichupe
sugo
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
MINHA MÃE
Eu via aquela mulher sempre na máquina costurando e sonhando
Quem faz um ofício repetidas vezes
Às vezes dá tempo de sonhar tra…
Iêda Maria Castro
REALIDADE
Eu me comprometo a ser fiel
Nestes dias de compromisso contigo
E me comprometo a te entender
Em momentos tão reais
E …
Iêda Maria Castro
Movimento Armorial
Sempre que o lírio-da-caatinga
florescer pleno e altivo:
branco, vermelho ou rosa,
acenará a primícia amorosa.
Assim ha…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
MAIS UMA PARA VOCÊ
Já nem sei quantos poemas Passei noites a escrever, Todos eles de amor, Pensando em você. Escrevo mais esse, E outros ainda virão, O meu…
Celso Ciampi