Poema do livro Poemas em Cortes Profundos Parte II - 4
4
Enquanto eu clamo na sala vazia de mim não crio nós
sem mãos
só, porque me calo enquanto um anjo se apaga no infinito eu
despedaçado lamentoso surdo eu
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
lugares sem chão
o trevo ali está dividido em várias dúvidas: a encruzilhada chama sem nada mostrar de seus intentos contra a tua sanidade levas um …
Darlan de Matos Cunha
MINHA MÃE
Eu via aquela mulher sempre na máquina costurando e sonhando
Quem faz um ofício repetidas vezes
Às vezes dá tempo de sonhar tra…
Iêda Maria Castro
REALIDADE
Eu me comprometo a ser fiel
Nestes dias de compromisso contigo
E me comprometo a te entender
Em momentos tão reais
E …
Iêda Maria Castro
Movimento Armorial
Sempre que o lírio-da-caatinga
florescer pleno e altivo:
branco, vermelho ou rosa,
acenará a primícia amorosa.
Assim ha…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski