Dia do dia
Queimaa boca da noite
evem da profundeza da terra.
Comotempestades de auroras
trazendocom sigo fulgurantes horas.
Comele todos os seus sons,
gritos,ruídos e tons.
Édo entrelaçar de seu tempo,
quea terra subsiste a contento.
Ovale já doou suas sombras,
océu gota a gota as toma.
Éo alvorecer dançando a musica,
quefaz a noite retroceder.
Vem,ele vem buscando ser sentido,
querendoser no tempo repetido.
Comocada um de nós, bem assim,
elenão quer ver o seu fim.
EnideSantos 09/07/14
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*