Sobre portas e janelas III

"Incólumes dos naufrágios
nossos entes vem sempre à tona
na incansável busca ao abraço.

Átimo da verdade
artimanhas do tempo.

de onde os eflúvios da saudade?

Inexorável e lenta
a noite da vigília se arrasta
trespassando as vergas do espanto
ante a dúbia incompreensão dos fatos".



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