A-d-o-r-m-e-c-e-r

Queria tanto,

tanto

deixar cair

o manto,

sair do labirinto

imensamente

l-o-n-g-o,

interminável...

Encontrar

o meu

refúgio,

o meu

"cantinho

da lareira";

o

crepitar

afável

da fogueira...

e devagar,

devagarinho...

a-d-o-r-m-e-c-e-r

sem sonhar

o que já

nem sinto
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Comentários (1)

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2011-08-08

Desejei comentar teus versos,mas preferi calar-me e apenas saboreá-los....