VENTO NA JANELA
O CHEIRO DO PAO
DO FOGAO A LENHA
O AROMA DO CAFÉ
QUE SE PREPARA
A BRAZA QUE AQUECE
E SE DESFAZ EM CINZAS
A FUMAÇA QUE SOBE
A CHAMINÉ
O VENTO QUE BATE
NA JANELA
O SOL QUE VENCE
A MADRUGADA
O PÓ DA ESTRADA
QUE SE ASSENTOU
O RIO QUE CORRE
NO SEU LEITO
A VACA QUE NO PASTO
BERROU
ESTE É O MEU SERTAO
QUE AMANHECEU
ESTE SOU EU
QUE TE AMOU
DO FOGAO A LENHA
O AROMA DO CAFÉ
QUE SE PREPARA
A BRAZA QUE AQUECE
E SE DESFAZ EM CINZAS
A FUMAÇA QUE SOBE
A CHAMINÉ
O VENTO QUE BATE
NA JANELA
O SOL QUE VENCE
A MADRUGADA
O PÓ DA ESTRADA
QUE SE ASSENTOU
O RIO QUE CORRE
NO SEU LEITO
A VACA QUE NO PASTO
BERROU
ESTE É O MEU SERTAO
QUE AMANHECEU
ESTE SOU EU
QUE TE AMOU
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