POR MEU PORTUGAL
Uma espada crucificada na santidade
Por um mundo devasso, quase hipócrita
Uma seta no coração da liberdade
Sangrando por uma Pátria, na carótida
Oh Meu Portugal, que eras um mundo
O orgulho de Afonsos e Henriques
Como te vejo agora, abismo sem fundo
Caindo, embora a tudo te sacrifiques
Altiva o teu estandarte, recruza os mares
Expulsa o Adamastor que suga o teu viver
pois se por nós e gerações não recuperares
mais vale esquecer, de novo os Mouros chamar
Alentai, escutai! Escutai a nostra que é Patria
Caminhai com a altivez do passado honrado
Não deixeis o Graal dourado, desvelado
Vivemos só de um orgulho, do chuto na área
Mas somos mais que onze vestidos de sangue
Somos meio mundo que vive de nós expetante
Lembrai que o passado é um presente rasgado
No tempo esgotado a chorar com a mão adiante
Não! Eu esmolar por erros de outros não!
Prefiro a espada envergar, e matar o meu dragão
Saudações Poéticas,
P'lo Jomad'o Sado
António J.P. Madeira
Por um mundo devasso, quase hipócrita
Uma seta no coração da liberdade
Sangrando por uma Pátria, na carótida
Oh Meu Portugal, que eras um mundo
O orgulho de Afonsos e Henriques
Como te vejo agora, abismo sem fundo
Caindo, embora a tudo te sacrifiques
Altiva o teu estandarte, recruza os mares
Expulsa o Adamastor que suga o teu viver
pois se por nós e gerações não recuperares
mais vale esquecer, de novo os Mouros chamar
Alentai, escutai! Escutai a nostra que é Patria
Caminhai com a altivez do passado honrado
Não deixeis o Graal dourado, desvelado
Vivemos só de um orgulho, do chuto na área
Mas somos mais que onze vestidos de sangue
Somos meio mundo que vive de nós expetante
Lembrai que o passado é um presente rasgado
No tempo esgotado a chorar com a mão adiante
Não! Eu esmolar por erros de outros não!
Prefiro a espada envergar, e matar o meu dragão
Saudações Poéticas,
P'lo Jomad'o Sado
António J.P. Madeira
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