UIVAM AS KIZUMBAS DA MINHA TERRA
Convida-me a explorar aos divinos corpos de ÁfricaAs curvas escultuosas das eternas mães do alémMadres das profecias esquecidas na históriaA dança vai começarO xigubo do Zé Cravo está a rebentarEm passos largamente lentos e envolventesBailam os vetres que aos filhos reflectemUivam as kizumbas da minha terraNuma e simples frescura das noites da ÁfricaLivres corpos, doces rostos, maternos bailaresLivram-se dos xipocos sofridosOs filhos que espelham o futuro do MakhalaOh! Mulheres da minha terra, negras do alémComentários (0)
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