Vulcão Desavisada gemo ao toqueE sem nenhum retoque me abroFenda fundaComo olhos que olhavaPecava pela pele alvaComo a uma rês, marcaMarca a ferro e brasaCalca e não reclamaEm minhas entranhasFez-se um mar de liquido viscosoQue escorre tanto pelas pernasImpreciso e quenteE desfaz-se como pétalas de rosasComo risoEntão sem nenhum avisoDesperta em forma lúcidaTranquiloQuando apenas restam no chãoAs lavas mornas do vulcão. Comentários (0) ShareOn Partilhar Facebook WhatsApp X Iniciar sessão para publicar um comentário.