A janela
Da janela eu vejo a rua,
carros embaralhados,
vejo também a lua,
os casais de namorados.
Cada dia é novidade,
a menina, o cachorro,
na pracinha a mocidade,
dá pra ver também o morro.
Na janela eu me distraio,
cada instante uma história,
os amigos, o baralho
não me saem da memória.
Fico muito abandonada,
a janela é meu refúgio,
só queria ser amada,
eu não vivo o meu mundo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo