SEVERA MAESTRIA
Me bota no seu colo,
como se fosse um cavalo,
sentada em seu falo,
eu cavalgo como amazonas,
preenchendo toda a zona,
do corpo dessa sua égua,
tira e bota sem dar trégua.
Jogue o meu jogo,
queime-se em meu fogo,
enlouqueça nesse calor,
com tesão e com fervor.
Me coma e me judia,
penetre-me em todas partes,
com severa maestria,
em meu corpo faça artes!
como se fosse um cavalo,
sentada em seu falo,
eu cavalgo como amazonas,
preenchendo toda a zona,
do corpo dessa sua égua,
tira e bota sem dar trégua.
Jogue o meu jogo,
queime-se em meu fogo,
enlouqueça nesse calor,
com tesão e com fervor.
Me coma e me judia,
penetre-me em todas partes,
com severa maestria,
em meu corpo faça artes!
CléiaFialho
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Museus
Os museus vazios: a que vieram essas construções monumentais se vazias ficaram suas salas e corredores sem vestígio do cotidiano do…
Darlan de Matos Cunha
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski