Magia do presente
Correm gélidas,
enegrecidas,
estagnadas,
doridas e cansadas,
as águas do teu rio.
Olhas o Douro,
percorrendo o seu caminho.
alheio à tua dor,
corre ligeiro
cumprindo com o seu destino.
O teu olhar prende-se no infinito,
sobrevoa as águas,
amarguradas,
revoltadas,
impotentes.
Tu e o rio, o rio e tu,
unidos pela mesma dor,
uma vida com um só destino,
um só destino de uma vida só.
Sopra fugaz uma brisa terna,
como uma voz que te sussurra
...vem, vem,... vem voar comigo.
Batem ligeiras,
atarefadas,irrequietas
as asas de uma borboleta,
que te sussurram,...vem, vem,...vem voar comigo
Acordas do teu sono inebriado,
da tua vida sem destino,
assustado,maravilhado.
Voas sobre o rio da tua angústia,
sobre as águas enegrecidas,
doidas, desesperançadas,
que percorrem o seu caminho.
Porque agora tens asas.
Porque agora sabes.
Que a magia do presente,
....é não ter medo do futuro!
enegrecidas,
estagnadas,
doridas e cansadas,
as águas do teu rio.
Olhas o Douro,
percorrendo o seu caminho.
alheio à tua dor,
corre ligeiro
cumprindo com o seu destino.
O teu olhar prende-se no infinito,
sobrevoa as águas,
amarguradas,
revoltadas,
impotentes.
Tu e o rio, o rio e tu,
unidos pela mesma dor,
uma vida com um só destino,
um só destino de uma vida só.
Sopra fugaz uma brisa terna,
como uma voz que te sussurra
...vem, vem,... vem voar comigo.
Batem ligeiras,
atarefadas,irrequietas
as asas de uma borboleta,
que te sussurram,...vem, vem,...vem voar comigo
Acordas do teu sono inebriado,
da tua vida sem destino,
assustado,maravilhado.
Voas sobre o rio da tua angústia,
sobre as águas enegrecidas,
doidas, desesperançadas,
que percorrem o seu caminho.
Porque agora tens asas.
Porque agora sabes.
Que a magia do presente,
....é não ter medo do futuro!
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