Não vejo em Lisboa
Não vejo em Lisboa o que me seduz
O céu está escondido por um véu de água
Mesmo que um milagre nos devolva a luz
O que soube a mel, sabe agora a mágoa.
Foi longo o caminho, para chegar aqui
Cheio da incerteza que a ansiedade traz
E por cada passo que dou para ti
Sinto que me foges nos passos que dás
Quebrou-se o encanto, acabou o carinho
O frio do Inverno, mudou o olhar
E eu fiquei nos dias a sonhar sozinho
A olhar a lua, de noite e a rezar.
É dessa maneira que agradeço a Deus
Todos os momentos, os meus e os teus.
Manuel Santos Jan2012
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski