FODAS DO VULCÃO
Rapaz envergonhado, porém garboso
Com timidez um cabaré foi visitar
O seu corpo esbelto e formoso
Logo entre as putas se fez notar.
Em um ambiente movimentado
Uma das putas chegou e lhe disse:
O seu jeitinho envergonhado
Está querendo é sem vergonhice!
Ela enfiava a língua em seu ouvido
E passava no pau dele a sua mão
Despertando o que era dormecido.
Em uma valente e brava ereção
O virgem rapaz agora seduzido
Expeliu muitas fodas do seu vulcão.
CléiaFialho
https://www.facebook.com/FlorDaPoesia
http://sensualeerotica.blogtok.com
http://www.sensualeerotica.recantodasletras.com.br/
http://poetisasensualeerotica.blogspot.com.br
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski