Incertas certezas
Quisera eu ser leiga
Na fé que me foge
E por isso, não me conforta
Quisera poder crer cegamente
E ter uma mão forte a segurar a minha
Nos momentos de aflição
Quisera mandar às favas minhas certezas
E me embalar nas promessas vindouras
Do todo poderoso
Quisera enfim, piamente acreditar
Nos milagres sacrossantos
E minhas lágrimas secar
Ceticismo não mora em mim
Mas a fé cega também não
E pago caro por isso
Refugio minhas dores
Nos braços do Altíssimo
Sem contar com os milagres
Espero além daqui
As respostas desencontradas
Dessa vida embaralhada
Que seja feita a vossa vontade
Assim na terra como no céu
E dai-nos a sapiência de aceitá-la
(Nane-11/11/2014)
Na fé que me foge
E por isso, não me conforta
Quisera poder crer cegamente
E ter uma mão forte a segurar a minha
Nos momentos de aflição
Quisera mandar às favas minhas certezas
E me embalar nas promessas vindouras
Do todo poderoso
Quisera enfim, piamente acreditar
Nos milagres sacrossantos
E minhas lágrimas secar
Ceticismo não mora em mim
Mas a fé cega também não
E pago caro por isso
Refugio minhas dores
Nos braços do Altíssimo
Sem contar com os milagres
Espero além daqui
As respostas desencontradas
Dessa vida embaralhada
Que seja feita a vossa vontade
Assim na terra como no céu
E dai-nos a sapiência de aceitá-la
(Nane-11/11/2014)
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