Absoluto e nada
Tenho uma certeza,
mas não é absoluta, nem chega perto de nada.
Minha certeza é como o sol ao dia,
como a morte das folhas.
Às vezes cresce, às vezes derrapa nas
madrugadas,
quando mais sinto a tristeza se hospedando.
Tenho uma certeza pobre, delicada e extinta,
voltando a casa com os pés cansados,
chutando as mágoas nas portas vizinhas.
Tenho quase certeza, quase esperança...
(e quase nada)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.