Quando eu morrer empenhe meus papéis a peso de pó,
mó de ser terra,
estenda ao ar meus versos,
pobres,
que nem a ti servem,
faça deles gaze,
coze na pele o ar,
na manhã por onde fui,
meu suor,
minha sina,
meus poemas.
mó de ser terra,
estenda ao ar meus versos,
pobres,
que nem a ti servem,
faça deles gaze,
coze na pele o ar,
na manhã por onde fui,
meu suor,
minha sina,
meus poemas.
Comentários (2)
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2011-09-24
COMO SE COMPREENDE O SIGNIFICADO DO NADA, NÃO EXISTE, MAS COMO COMPREENDER O SIGNIFICADO DE TUDO, BASTA UMA PALAVRA E O MUNDO GIRA ENTRE NOS OS INTELECTUAIS, NÃO DESISTA DE SEUS PENSAMENTOS VÁ ENFRENTE AVANCE POR SOBRE AQUELES QUE NÃO ENXERGAM NOSSOS SENTIMENTOS, COMPREENDER NÃO É PARA TODOS. UM ABRAÇO.
Manuel
2011-09-23
este poema nao disse nada de interessante acho qe devias pensar e reflectir e so depois fazer algo qe realmente valha a pena. se organizares minimamentye as tuas ideias vais ver qe o resultado irá ser muito melhor! Cumprimentos manuel alegre....
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