Igualdade
Não quero começar o ano com o céu da mesma cor
Um laranja cairia bem
A normalidade e a modéstia assombram as casas
O velho clima de guerra nas ruas
Chuvas e mormaços alternados
Caridades e escolinhas com a sua moralidade
Não quero placas de não
Não quero tapinhas e talvez
Não quero barcos acenando navios longínquos
Já não se pode pensar no passado
Tem-se medo
Não há dia após às sete.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A nossa pele
Toco-te a medo
Pelo olhar
A pele que nos une
Para que nesse interlúdio
O silêncio nos seja memória
Honoré DuCasse
o melhor para hoje
Se a rosa do povo deserta de sua atenção, aflita por tantas teses, melhor seria meter as mãos pelos pés, e o absurdo cedesse de vez a out…
Darlan de Matos Cunha
NÃO SEI SE ESTOU GORDA OU INCHADA
Não sei se estou gorda ou inchada, Ou se a balança me iludiu, Mas quando sou por ti olhada, Todo esse medo se diluiu.
O espelh…
Maria Antonieta Matos
As Estrelas da Bandeira Nacional
O céu noturno de quando foi assinado
o decreto da nossa Bandeira Nacional,
foi desenhado com exatidão e esmero
como no próprio H…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski