Canto da Caveira
Beba, ó poeta, nessa velha caveira
O vinho da vida, a luz da mente.
Beba, porque já te espera o coveiro
Em noites de sonhos tão dementes.
Ama, ó poeta, e bebe novamente:
A vida, o vinho, a mulher amada,
Que vos ama e sorri tão contente
Em noites de vertigens pranteadas.
E se um dia voltares a sofrer:
Do amor, da vida tão inconsequente,
Beba, ó poeta, nesta velha caveira
Beba! Porque já te espera o coveiro.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*