A morte vem a cavalo,

Cavaleiro dessas escuridões.

No tropel dessas paixões,

Cai a flor sem amparo

No bosque dessas ilusões.

Então o silêncio sepulcral

A quem todos ele derruba:

Pobre, rico ou maldizente

E felizmente todo o mal.

E não há sorte que mude

O derradeiro sopro da vida.

Chega então a espreitar!

Para morte não há despedida.

674 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.