Ardil
Como a pedra sabida do rio
Conhece os caminhos maus.
Da seca entoa-se o natural
Mas só o gelo não sabe do frio.
A rosa é que dá força ao espinho!
E o homem que se diz normal,
Foge esquecido no julgo viral
Igual gente transborda vazio.
Nasce uma vastidão do vil!
Efeito de uma tragédia cultural
Que resume o tempo em banal,
Porque o silêncio nunca mais se viu.
Pena de toda carne com barulho servil!
E a vidinha dócil, reclama por manual,
Porque o rio efêmero de enchente vital,
Não explicou à pedra, seu bom ardil.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal