GATA...
GATA...
Catarina entra em casa, onde surpreendida vê que Vasco já lá se encontra. Aproxima-se dele… no rosto um olhar felino.
Não pronuncia uma palavra… não responde, nem ouve o que
Vasco diz. Passo a passo, encosta-se a ele. Vasco sente a mão dela sobre a sua pele, quente, envolvente… com cheiro a cio.
Olha-o fixamente. Impossível ele desviar o olhar… vê-a na profundidade dos olhos de Catarina, como gata ronronante.
Olhar intenso que o desnuda de alto a baixo… fixa-se no volume em erecção, já visível nas suas calças. Encosta-se aele. Movimenta-se de forma sinuosa, fazendo deslizar o seu corpo no dele.
Num impulso e sem ser esperado… despe-o.
Vasco, nu de pénis erecto aguarda. Sabe que a chama vai aumentar, que vão os dois incendiar. Catarina volta-se de costas e dobra ligeiramente o corpo. Dirige a mão ao caule em riste… acaricia-o.
A tensão sente-se no ar. Alucinada, sente-o a roçar as suas nádegas.
É Catarina que se move… acaricia-o de forma inusitada. Ele
geme e fala… ela silenciosa continua a mexer-se de forma libidinosa, com luxúria e paixão.
Louco, Vasco deita-a no sofá. Coloca-se por cima dela em posição invertida… um ao outro dão prazer total… Catarina geme, grita, fala… Cala-se, dedica-se a degustá-lo o que a delicia. Sente-o… com mais, e maior excitação.
É agora Vasco que domina o modo como fazem amor e se doam.
De respiração arfante, posiciona-se e entra no seu jardim. Gemem alucinados. Nada ouvem para além deles. O mundo parou, só eles existem. Catarina vira a cabeça, abre os olhos e vê o rosto dele iluminado de forma quase transcendental, fora da órbita terrestre…
Ele abre igualmente os olhos e vê-a a observá-lo… faz o mesmo. Não aguentam mais… sabem que o mel do amor está prestes a explodir. Dizem palavras obscenas, palavras somente proferidas quando fazem amor e se entregam ao prazer do sexo e da carne.
Rapidamente ela se prepara para o receber… sente-o dentro do seu jardim que está a ser regado pelo sémen, fonte de vida que se une ao orvalho que inunda a sua gruta.
Vasco e Catarina abraçam- se e beijam-se profundamente.
Sentem os diferentes sabores… dele e dela. Cheira ao cio do amor e do desejo dos corpos que foi acalmado.
O Amor vive com eles e neles.
©SusanaMaurício
(ao abrigo do código do direito de autor)
(in 'Delírios Eróticos)
Catarina entra em casa, onde surpreendida vê que Vasco já lá se encontra. Aproxima-se dele… no rosto um olhar felino.
Não pronuncia uma palavra… não responde, nem ouve o que
Vasco diz. Passo a passo, encosta-se a ele. Vasco sente a mão dela sobre a sua pele, quente, envolvente… com cheiro a cio.
Olha-o fixamente. Impossível ele desviar o olhar… vê-a na profundidade dos olhos de Catarina, como gata ronronante.
Olhar intenso que o desnuda de alto a baixo… fixa-se no volume em erecção, já visível nas suas calças. Encosta-se aele. Movimenta-se de forma sinuosa, fazendo deslizar o seu corpo no dele.
Num impulso e sem ser esperado… despe-o.
Vasco, nu de pénis erecto aguarda. Sabe que a chama vai aumentar, que vão os dois incendiar. Catarina volta-se de costas e dobra ligeiramente o corpo. Dirige a mão ao caule em riste… acaricia-o.
A tensão sente-se no ar. Alucinada, sente-o a roçar as suas nádegas.
É Catarina que se move… acaricia-o de forma inusitada. Ele
geme e fala… ela silenciosa continua a mexer-se de forma libidinosa, com luxúria e paixão.
Louco, Vasco deita-a no sofá. Coloca-se por cima dela em posição invertida… um ao outro dão prazer total… Catarina geme, grita, fala… Cala-se, dedica-se a degustá-lo o que a delicia. Sente-o… com mais, e maior excitação.
É agora Vasco que domina o modo como fazem amor e se doam.
De respiração arfante, posiciona-se e entra no seu jardim. Gemem alucinados. Nada ouvem para além deles. O mundo parou, só eles existem. Catarina vira a cabeça, abre os olhos e vê o rosto dele iluminado de forma quase transcendental, fora da órbita terrestre…
Ele abre igualmente os olhos e vê-a a observá-lo… faz o mesmo. Não aguentam mais… sabem que o mel do amor está prestes a explodir. Dizem palavras obscenas, palavras somente proferidas quando fazem amor e se entregam ao prazer do sexo e da carne.
Rapidamente ela se prepara para o receber… sente-o dentro do seu jardim que está a ser regado pelo sémen, fonte de vida que se une ao orvalho que inunda a sua gruta.
Vasco e Catarina abraçam- se e beijam-se profundamente.
Sentem os diferentes sabores… dele e dela. Cheira ao cio do amor e do desejo dos corpos que foi acalmado.
O Amor vive com eles e neles.
©Susana
(ao abrigo do código do direito de autor)
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