Sou
É assim que eu sou
Prolixa
Perdida
Complicada
Não sei fazer joguinho
Nem sei contar piada
Sem meio-termo
Sem meias palavras
Quero sempre tudo
Muito
Inteiro
E rápido
O que guardo me incomoda
Feito sapato apertado
E se me der espaço,
Falo.
Sou assim também
Fálica, bobagenta
Apaixonada sem medida
Se cruzar eu chuto
Se der sopa bebo a vida
De um gole.
Herança de vó:
Pés no chão
Cabeça nas nuvens.
Prolixa
Perdida
Complicada
Não sei fazer joguinho
Nem sei contar piada
Sem meio-termo
Sem meias palavras
Quero sempre tudo
Muito
Inteiro
E rápido
O que guardo me incomoda
Feito sapato apertado
E se me der espaço,
Falo.
Sou assim também
Fálica, bobagenta
Apaixonada sem medida
Se cruzar eu chuto
Se der sopa bebo a vida
De um gole.
Herança de vó:
Pés no chão
Cabeça nas nuvens.
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
2011-10-18
Não sei mais o que dizer dos encantos que teus poemas tem, para mim cada leitura vejo uma Lua enorme brilhando dentro dos meus olhos.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*