Versão panoramica
Olho da janela da alma onde
Debruço-me a contemplar as vidas
Vejo então que o tempo passou
Maturou-me as ideias incansáveis
Ando vendo enigmas sútis do amor
Que são desconexos e arbitrários
Vidas em amálgamas mixtas
Que precisam ser desfolhadas
Da janela da alma debruço-me
vejo as cores lindas estações floridas
Depois cores sem cores... envelhecidas
E lembro a fome que matam as vidas
Revoltas guerras holocaustos
Lembro as desgraças das vidas
Ai volto e vejo o rosto de uma criança
talvez um filho , um neto, nalguma
Sei que ainda o tempo dominará
E eu seguirei a lei da existencia
Vejo quanto preciso do consolo
De alguém que queira ser meu amigo
Vejo o passado e sinto desejo de seguir
Não quero voltar seria sofrer duas vezes
Só não quero sentir a dor da solidão
Ou o descaso da vida diante de mim
O dia amanhã sera que rirá de mim
Mas hoje eu celebro a vida que flui
num cançao onde anjos usaram poesia
A noite pachorrenta silenciosa e sombria
Não me deixa pensar muito esta em inercia
Amanha será novo e manda-me retirar
da janela da alma para deixar que morfeu
domine por um tempo em sua bricadeira
de sonhar .....As vezes rindo de mim.
Ainda te amo homem...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal
sombras na lua
eu queria tocar mais a fundo onde está tudo tão escuro muito além do que é eu queria galgar este muro porque meu mundo avulta-se como eu…
Kátia Surreal