Se eu morrer amanhã
Quero dizer aos meus filhos
Que leiam Fausto
Para tentarem entender
A teoria que eu tentei viver.
Que leiam Nietzsche
E Artaud
E vejam Van Gogh
E Dali
Por nada,
Só pra saber
O que eu ousei querer.
Se eu morrer amanhã
Quero que saibam
Que não me arrependo
De ter tentado a utopia
Até a última gota.
E que venha a morte
E me encontre inteira.
E que bom que veio
Antes da capitulação
Daquilo que eu quis ser.
(Poema escrito em 12/06/02, durante pesquisas de linguagem pra um espetáculo que talvez só sejam colocadas em prática em 2012.)
Quero dizer aos meus filhos
Que leiam Fausto
Para tentarem entender
A teoria que eu tentei viver.
Que leiam Nietzsche
E Artaud
E vejam Van Gogh
E Dali
Por nada,
Só pra saber
O que eu ousei querer.
Se eu morrer amanhã
Quero que saibam
Que não me arrependo
De ter tentado a utopia
Até a última gota.
E que venha a morte
E me encontre inteira.
E que bom que veio
Antes da capitulação
Daquilo que eu quis ser.
(Poema escrito em 12/06/02, durante pesquisas de linguagem pra um espetáculo que talvez só sejam colocadas em prática em 2012.)
Comentários (1)
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2011-10-22
Bélo, explendido, um poema espetacular, fantástico, parabéns e um abraço
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