A VOZ
Quando a luz se apaga,
Fico no escuro pensando.
Não sou mais braços, pernas, cabeça.
Não sou esses pedaços...
Sou apenas essa Voz,
No escuro.
Será esta Voz no escuro a minha Alma?
Ou meu Espírito?
(Nunca sei a diferença, se é que há...)
Essa Voz fica vagando no vazio.
Não sou mais braços, pernas, rosto, cabelos.
Sou esta Voz no escuro.
Sou essa Consciência.
Mas é por um breve momento,
Logo essa Voz é vencida pelo escuro
E adormeço.
E, depois de outro breve momento,
Sou novamente braços, pernas,
Um rosto no espelho.
E me esqueço dessa Voz,
Até que as luzes se apaguem.
Fico no escuro pensando.
Não sou mais braços, pernas, cabeça.
Não sou esses pedaços...
Sou apenas essa Voz,
No escuro.
Será esta Voz no escuro a minha Alma?
Ou meu Espírito?
(Nunca sei a diferença, se é que há...)
Essa Voz fica vagando no vazio.
Não sou mais braços, pernas, rosto, cabelos.
Sou esta Voz no escuro.
Sou essa Consciência.
Mas é por um breve momento,
Logo essa Voz é vencida pelo escuro
E adormeço.
E, depois de outro breve momento,
Sou novamente braços, pernas,
Um rosto no espelho.
E me esqueço dessa Voz,
Até que as luzes se apaguem.
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