Me condeno
Vem amor, vem
deixa o prazer fluir
por entre teus braços
aconchega tua cabeça
em meu regaço
que em prazer e dor
me satisfaço
percorrendo esse teu corpo
ao qual me condeno
Me condeno a amar-te
até que a lua se desfaça
e reparta seus segredos de amor
por esse teu corpo
de insaciável prazer
de arrepiante veneno
e cada vez que despertes
me obrigues a amar-te
...eu assim me condeno
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*