Me condeno
Vem amor, vem
deixa o prazer fluir
por entre teus braços
aconchega tua cabeça
em meu regaço
que em prazer e dor
me satisfaço
percorrendo esse teu corpo
ao qual me condeno
Me condeno a amar-te
até que a lua se desfaça
e reparta seus segredos de amor
por esse teu corpo
de insaciável prazer
de arrepiante veneno
e cada vez que despertes
me obrigues a amar-te
...eu assim me condeno
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